Tacógrafo

Tacógrafo inteligente V2: quem tem de fazer o retrofit e até quando

agosto 8, 2026 2 min de leitura
Interior da cabina de um camião pesado

Se conduzes em tráfego internacional, o calendário de substituição já está em curso. O que significa, sem juridiquês, para o teu veículo.

O tacógrafo inteligente de 2.ª geração (V2) deixou de ser uma novidade para passar a ser uma obrigação faseada. A diferença para o teu dia a dia é simples: mais registos automáticos de posição e deteção de fronteiras — o que muda a forma como se prova a cabotagem e o destacamento.

O que o V2 faz de diferente

Enquanto o tacógrafo digital clássico registava sobretudo tempos, o V2 regista a posição do veículo no início do turno, a cada 3 horas de condução acumulada e no fim, e marca automaticamente a passagem de fronteiras. Isto reduz a margem para erros de registo manual — mas também deixa muito menos espaço para ‘esquecimentos’.

Tenho de substituir o meu?

Depende de dois fatores: se o veículo faz transporte internacional e da geração atual do aparelho. Os veículos novos já saem com V2. Para os que circulam, o Pacote da Mobilidade definiu um calendário de retrofit consoante o equipamento que têm hoje (analógico, digital ou inteligente V1).

Nota: Confirma sempre as datas exatas aplicáveis ao teu tipo de veículo junto do IMT e da tua oficina certificada. As datas variam consoante a geração do aparelho.

O que ganhas com isto

Menos discussões na berma. Com o registo de fronteiras automático, provar que cumpriste as regras de cabotagem e de descanso passa a depender menos da tua memória e mais do que o aparelho já regista por ti.

Tacógrafo
← Voltar às notícias

Continua a ler

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *